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Posts Tagged ‘zumbi’

Galera, quem não viu ainda, recomendo visitar o Jovem Nerd e conferir a nova série de quadrinhos do Protocolo Bluehand feita pelo Renato Takren, também conhecido no nosso grupo de jogo como Toro do Mundico ou o jogador que controla Góc, o Warlock Gnomo.

As tirinhas estão muito engraçadas e cheias de easter eggs.

Protocolo Bluehand 1

Protocolo Bluehand 2

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Não encontrei meus textos rascunhos de Gurps Zombies, acho que só tenho no HD do computador que foi pro saco. Então vou resumir o jogo novamente.

A primeira aventura rolou no Carnaval em Ouro Preto, foi um massacre, mas conseguimos fugir para uma base militar. Avisamos nossas famílias e pessoas de confiança em São Paulo e conseguimos convencê-los a se refugiar em uma área mais montanhosa e pouco habitada.

Como éramos sobreviventes do incidente e aparentávamos saber do que estávamos falando, fomos interrogados pelos militares e depois os ajudamos como consultores. Recebemos um treinamento militar básico junto com outros recrutas.

Os militares conseguiram conter a contaminação. Voltamos para São Paulo. Durante a viagem, estávamos discutindo sobre o Guia de Sobrevivência, quando lembramos que os corpos contaminados podem ser transportados pela bacia hidrográfica. Avisamos os militares e nos preparamos para uma segunda onda de contaminação.

Pegamos empréstimos\financiamentos, sacamos dinheiro, vendemos o que deu para vender e compramos muitas coisas para enfrentar essa crise. Já estávamos com tudo pronto, nos abrigamos na casa-fortaleza dum amigo nosso em Cotia e ficamos de olho nas notícias. Estávamos planejando o lugar para onde iríamos, quando coisas estranhas prenunciavam a invasão. Um acidente na marginal Pinheiros causou um enorme congestionamento. Uma pessoa, que estava andando trôpega pela pista, foi atropelada e quando o motorista se aproximou para prestar socorro, ela o atacou de forma selvagem. A histeria coletiva prejudicou a ação da polícia. A imprensa noticiava tudo.

Fugimos para o sul, um amigo nosso sugeriu uma cidade turística que tinha um hotel castelo, com muralhas e tudo. (depois olhamos no google e vimos que não era um lugar tão bom assim)

Quando chegamos em Santa Catarina, vimos que São Paulo estava tomada pelos zumbis, as fronteiras foram fechadas. Ficamos desesperados, mas faltava pouco para chegarmos no destino planejado.

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Bom, meu pc morreu mesmo e meu novo computador chega no final da semana que vem. Como estou numa Lan, tempo é dinheiro, então só vou passar um recadinho rápido.

Estou devendo dois posts sobre a aventura de Gurps Zombies que finalmente voltamos a jogar, pago quando o computador chegar pq os arquivos estão na minha HD.

O Toro, enviou uma série de links de joguinhos de zumbi. Esses jogos servem para que os cidadãos entrem em contato, de uma forma inocente, com a temível invasão que ocorrerá. Formando pequenos focos de resistência, ajudando a disseminar o zombie lore.

O primeiro link testa seu conhecimento zumbi, sua aptidão física, mental e emocional para sobreviver ao holocausto. É mais elaborado do que aquele primeiro que eu passei pra vcs.

O segundo, traz um site especialista em jogos zumbis. Destaque para Pandemic e The Last Stand que eu linkei num post anterior.

O terceiro é o mais bizarro de todos!!! Trata-se de um site de relacionamento amoroso zumbi. Tem depoimentos, fotos…confira.

Abraço!

OBS: Estou sofrendo de crise de abstinência tecnológica…desempregado, sem computador…tô subindo pela parede, trancado no meu quarto, tremedeira, suor, fico ouvindo barulhinho de msn…

Detox total

Site Civilization Anonymous

Vídeo Civ Addicts One more turn…

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Mais Zumbis

Escrevi Meu primeiro artigo sobre RPG no Pensador Selvagem!

Nele eu falo brevemente do possível apocalipse causado por uma insurreição zumbi. É para ser um artigo interativo, vamos ver se a galera gosta.

Um feliz Ano Novo para todos!!!

Um link adicional: Gerador automático de Zumbis

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Ontem, jogamos Gurps Zombies na casa do Toro. Tínhamos que montar nós mesmos com 30 ptos, -45 de desvantagens e -5 perks.

O processo de montagem dos personagens foi muito divertido e também gerou muitas dúvidas sobre o nível de habilidade real das perícias que nós temos. Nós costumamos superestimar nossas habilidades, quando na verdade, usamos muitas coisas como pré-definidos. Basicamente as perícias que mais usamos (na nossa profissão) ficaram com NH 12.

O cenário do jogo foi Carnaval em Ouro Preto, cidade com cerca de 40.000 visitantes, todos presas fáceis para o dia Z.

Nós e mais um bando de amigos alugamos uma casa (leia-se moquifo) em Ouro Preto e fomos curtir a festa. Esse jogo teve muito roleplay, muitas mulheres (só ingame, na mesa era só cueca mesmo), bebidas e zoação no carnaval. A parte da festa foi bem divertida, mas eu não vou descrever nada… o que aconteceu em Ouro Preto, morre em Ouro Preto.

Mas, no último dia, quarta feira de cinzas, estávamos nos carros indo embora e a cidade estava vazia, silêncio total. Encontramos barricadas, carros abandonados e corpos caídos. Quase na saída, encontramos pessoas muito feridas no meio da rua, freiamos bruscamente e nossos carros colidiram. Um deles ficou seriamente danificado. Parte do grupo tentava arrumar o carro, enquanto que os dois que sabiam primeiros socorros foram ajudar as pessoas feridas. Mas elas estavam estranhamente paradas, olhando para o vazio. Assim que eles se aproximaram “Muuuáááá”, ouvimos o grunhido característico dos zumbis. Eles viraram e avançaram lentamente na nossa direção. Desesperados, entramos nos carros e tentamos fugir, mas um deles não ligou. Rapidamente pegamos nossa bagagem essencial e fugimos em disparada.

No meio do caminho, avistamos mais zumbis, evitamos de nos aproximar. Aqueles de nós que leu o livro Guia de Sobrevivência aos Zumbis, sugeriu uma das igrejas da cidade como refúgio, lugar que permitiria uma defesa sólida. De preferência uma igreja com um mercado por perto. Sabíamos que a cidade estava cheia de gente e portanto haveriam muitos zumbis.

Entramos no mercado, enchemos os carrinhos com suprimentos, discutimos sobre o melhor refúgio, o próprio supermercado ou a igreja? Mas durante a discussão, avistamos mais zumbis se aproximando. Discussão finalizada, fechamos a porta do supermercado e ficamos por lá mesmo. Investigamos o local, verificamos a existência de duas outras saídas, uma dos fundos e outra pelo depósito. Bloqueamos todas elas. Encontramos uma garota no escritório, muito assustada. Tentamos acalmá-la. Usamos o computador com internet para enviar mensagens, ligamos para nossos amigos alertando-os, familiares, polícia, jornalistas, bombeiros, todos.

Nessa hora, os jogadores estavam com medo de verdade por estarmos interpretando a nós mesmos. Temíamos por nossos parentes e amigos que ficaram em SP e estava difícil convencer as pessoas sobre o ataque, todos incrédulos.

Alguns dos personagens ficaram histéricos, fizemos o possível para que eles ficassem calmos e calados.

Guardamos a maior quantidade de alimento não perecível e equipamentos na parte de cima do supermercado, somente acessível através de uma escada removível. Lá do topo, podemos ver os zumbis cercando algumas das construções, provavelmente sobreviventes resistindo. Cerca de trinta zumbis já estavam na porta do supermercado. Do topo, jogamos óleo, álcool e outros produtos inflamáveis nos mortos vivos, para em seguida atear fogo nos corpos. Lentamente eles foram carbonizando.

A energia elétrica acabou, as operadoras de celulares locais estavam fora do ar, rádio e televisão locais também não estavam transmitindo, era finalzinho da tarde, seria uma longa noite.

Olhando no mapa, recorrendo ao nosso conhecimento, decidimos fugir da cidade antes que todos os corpos fossem reanimados. Mas para isso, precisávamos de um veículo resistente e armas de longa distância para evitar a infecção através do sangue e muco que espirra das criaturas. Decidimos ir até a delegacia, pedir ajuda se tivesse algum policial, arrumar algumas armas, entrar na viatura e fugir.

Anoiteceu…foi uma caminhada silenciosa e medonha, surgiram algumas criaturas, mas graças à habilidade espadachim do Toro, elas foram abatidas. Todos estavam carregando algum tipo de arma: cano de metal, pé de cabra, facão.

Até que no combate nos saímos bem pelo fato dos zumbis serem muito lerdos e estarmos trabalhando bem em equipe, mas eles estavam em maior número e presentes em todos os lugares, tornando o jogo tenso. O medo de sermos infectados era constante.

Na praça central, muitos corpos. Não procuramos por sobreviventes, só tentávamos sair o mais rápido possível desse lugar amaldiçoado.

Na delegacia, sinal de luta, mas aparentemente os zumbis venceram. Entramos, abatemos vários zumbis, pegamos o equipamento, libertamos alguns presos, reabastecemos a viatura e abatemos mais zumbis, mas desta vez com armas de fogo. Apesar de só um player ter atirado na vida real, nós tivemos sorte e conseguíamos acertar vários tiros.

Fugimos da cidade, um dos players se lembrou da existência de uma base militar a alguns kilômetros dali, foi para lá que rumamos. Só agora os jornais transmitiam notícia da catástrofe, as grandes cidades foram protegidas pelo exército, foi declarada quarentena em MG. Belo Horizonte estava infestada de zumbis.

Mexendo no rádio da viatura, conseguimos contato com os militares, informamos a situação e eles nos indicaram a direção que deveríamos tomar.

Passamos dois dias dormindo pouco, revezando a direção, evitando as estradas bloqueadas e enfrentando zumbis andarilhos. A situação era tensa, um de nossos amigos foi infectado e não contou para ninguém. Em determinado momento ele nos atacou e infectou mais dois amigos. Mas sobre isso, não quero lembrar…

Quando estávamos a duzentos quilômetros da base, os militares marcaram um ponto de encontro, eles iriam enviar helicópteros para nos resgatar.

Abatemos mais zumbis até o local e fomos resgatados, exaustos, sonolentos, famintos e com muito medo.

Contamos quase tudo o que sabíamos, e estávamos seguros novamente, por enquanto…

“O que aconteceu em Ouro Preto, morre em Ouro Preto” e nós tínhamos que nos certificar de que seria assim.

A ameaça zumbi ainda tinha que ser erradicada!

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