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Posts Tagged ‘vilarejo de hommlet’

Recebemos o material Village of Hommlet e o Sombra mestrou. No grupo tínhamos um Githyanki (fora yankee maldito!) Artífice, Avenger (de Pelor)  Humano (eu), Paladino (de Erathis) Humano e um Assassino (a mais nova classe) Drow.

Nossos personagens estavam rumando para o vilarejo de Hommlet, cada um por seus motivos particulares, mas basicamente em busca de trabalho para levantar uma grana. Perto da entrada da cidade, vimos o drow. Os personagens logo sacaram suas armas e símbolos sagrados para aniquilar a criatura profana. A interpretação foi intensa pois o avenger e o paladino odeiam drows. O artífice conhece a fama dos drows, mas por ele ser um Githyanki, conversou com o drow antes de atacar. Então, a guarda do portão apareceu e apazigou os ânimos. O Drow podia entrar na cidade, desde que não causasse problemas.

O Drow entrou sozinho na cidade. Os dois humanos nunca tinham visto um Githyanki, mas como ele estava apontando a arma para o Drow e o “inimigo do meu inimigo é meu amigo”, eles foram conversando civilizadamente sobre suas origens enquanto rumavam para a taverna. Estávamos tomando cerveja, contando sobre nossos feitos e talz, quando o taverneiro ouviu nossa conversa sobre procura de trabalho. Ele mencionou que o carregamento de conhaque estava muito atrasado e ele teme que os bandidos da Moathouse na estrada leste tenham interceptado a carga. Nos ofereceu uma recompensa pela carga. Estávamos barganhando, quando o drow, do canto escuro da taverna, disse que aceitava a missão. Então a discussão de caça às bruxas recomeçou. A galera estava quase saindo na mão, quando Lorde Rufus e Lord Burne, a dupla de heróis gay de Hommlet, entrou na taverna. Eles quiseram sentar na mesa do drow, que se levantou e foi pra outra mesa. O Drow, oprimido por todos, quis tirar onda e sussurou que preferia comer carne humana à carne servida na taverna. Rufus ouviu e foi tirar satisfação. O Drow se deu mau e foi advertido que se causasse problemas seria condenado à morte. Após alguma discussão, aceitamos a missão do taverneiro e a muito contragosto, aceitamos o drow no grupo.

Na taverna, vimos um acólito de Pelor dando em cima da filha do taverneiro. O avenger foi conversar com o acólito. Já era noite e o templo estava fechado. Como o avenger queria fazer uma doação antes de partir para Moathouse, Calmert o acompanhou até o templo. No caminho, o acólito disse que estava apaixonado pela moça, mas tinha receio de que ela o rejeitasse. O avenger disse que poderia ir lá falar bem dele para ela, mas isso não resolveria a situação. Calmert devia ter é atitude. Ir lá, comprar uma aliança, declarar seu amor por ela e pedir a mão dela para o taverneiro. Infelizmente meu personagem é o braço armado da igreja e não tem muito trato social. Não fui muito bem na rolagem de dados. Fiz minha doação e voltei para a taverna.

De volta, esperei que a moça se aproximasse e comentei com os outros que Calmert me conduziu até o templo e fomos conversando. Ele me pareceu um rapaz bom e com potencial para ser um ótimo servidor de Pelor. A garota enrubesceu (mas novamente minha rolagem de dados foi pífia).

O paladino perguntou para o taverneiro aonde ficava o bordel da cidade (foi-se o tempo em que os paladinos tinham voto de castidade) e rumou para lá. O resto da galera foi dormir, mas ninguém queria ficar no quarto do drow (os quartos eram comunitários). 

Na manhã seguinte nos reunimos e fomos preparar nossas coisas para a jornada. No caminho, encontramos uma fonte de água dedicada a Avandra, aonde as pessoas deixavam objetos para que outros viajantes pegassem o que precisassem. Notamos que havia algo estranho com a fonte. A água era mágica e tinha propriedades restaurativas. Mas era necessário um ritual para que essas propriedades se mantivessem. O artífice foi comprar mais frascos para poções. Na loja, os proprietários Rannos e Gremag pareceram muito suspeitos (era a outra dupla gay do vilarejo). O artífice adquiriu os produtos que precisava e voltou para a fonte. Armazenamos e abençoamos a água. Estranhamente, o Drow fez uma doação para Avandra.

Estávamos indo embora, quando vimos um vulto correndo da fonte de Avandra para a loja do Rannos e Gremag.

O chefe da Guarda tinha nos dito que eles estavam com problemas com bandidos da Moathouse e espiões na cidade. Resolvemos ficar de olho nesses comerciantes. Ficamos esperando perto da fonte de Avandra, quando vimos um mensageiro colocando um pergaminho em uma bota.

Abrimos o pergaminho e encontramos a mensagem dizendo que eles tinham o carregamento de conhaque.

Resumindo a parte investigativa, interceptamos vários pergaminhos, lutamos contra bandidos e os interrogamos, e conseguimos provas suficientes que incriminavam os dois comerciantes, pois eles tinham ligação com os bandidos da “casa com fosso”.

Então, fomos até a loja e jogamos os pergaminhos no balcão. Truco ladrão!

O combate foi violento. Surgiram outros capangas. Quebramos a loja toda e capturamos os dois. A guarda da cidade chegou. Rolou um skill challenge para convencer a guarda que os dois eram os culpados. Fomos bem sucedidos e recebemos a recompensa.

Descansamos e rumamos para Moathouse. Na entrada, os sapos gigantes engolidores de gente deram um trabalhinho. Mas o combate feroz mesmo foi no pátio da casa. As paredes tinham seteiras que dão superior cover para os arqueiros. Meu avenger, percebendo o perigo, correu o máximo que pôde para não ficar no pátio na mira deles. O paladino correu também. Nos deparamos com vários capangas que estavam de prontidão. Fui atingido imediatamente por golpes de lança. Havia um Drake que serviu de montaria para o chefe dos bandidos. O combate foi brutal pois estávamos em minoria, mas vencemos.

Descemos as escadas, chegamos num salão totalmente escuro, com várias salas. Abrimos uma e nos deparamos com muitos zumbis. Na outra, um ogre enorme. Fechamos o corredor para impedir que os zumbis nos cercassem. Enquanto o Paladino e o Assassino lidavam com o ogre.

Encontramos uma passagem secreta que nos levou até uma sala com muitos Carniçais. Deviam ser uns seis. Foi o combate mais complicado, pois eles paralizam.

Prosseguimos com a jornada até encontrar o covil dos bandidos. Lareth, a Bela (sim, o mestre mudou o sexo do NPC) estava lá. Também foi um combate difícil. Já eram sete da manhã, e às oito e meia eu tinha uma prova. Terminamos o combate e fui correndo fazer a prova.

Vencemos Lareth, encontramos indicações para a localização do Templo do Mal Elemental.

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Sobre o Avenger

Fiz um avenger de retribuição humano nível 4, o que me garantiu um feat à mais e um at will extra, além dos bônus de +1 nas defesas.

Gastei meus quatro  feats comprando Proficiência em leather e hide armor, armadura de fé e proficiência em fullblade. Ou seja, eu tinha uma CA bem alta (23), o que garantia que os monstros do meu nível dificilmente me acertassem. Em contrapartida, meu ataque básico era pífio. Então cargas e ataque de oportunidade não acertavam.

A CA alta somada ao meu poder de retribuição fez com que os inimigos inteligentes evitassem me atacar. Pois era difícil de acertar e a punição era terrível. Da próxima vez, vou diminiuir meu AC e pegar feats que aumentem meu dano e acerto. (Melee training, Fullblade focus, Fullblade expertise). Talvez troque expertise por toughness.

Eu achei o esquema do juramento de vingança muito limitante (rolar dois dados de acerto contra o inimigo jurado). Ele só funciona se outro inimigo não estiver adjacente a vc. O que te atrapalha bastante taticamente.

Por enquanto, o ladino, bárbaro e patrulheiro ainda são agressores mais interessantes que o vingador na minha opinição.

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