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Posts Tagged ‘jogo’

Após muitos comentários e até um podcast sobre o Dungeons and Dragons online, não aguentei e quebrei meu voto de não jogar mais os cardgames colecionáveis e mmorpg (pq eu vicio fácil). Pelo menos esse é um jogo gratuito (com restrições leves).

O jogo é ambientado em Eberron, mais especificamente em Xendrik. É um mundo tecnomágico a la Final Fantasy (e lá vem pedrada dos fanboys). Eu curti bastante pq pretendo mestrar nesse universo.

A jogabilidade parece com Zelda pra Nintendo 64 só que multiplayer e com regras adaptadas de Dungeons and Dragons. Vc anda com as setas do teclado e ataca/seleciona coisas com o botão do mouse. Pega as quests com os NPCS, entra nas dungeons, mata monstros e resolve puzzles (aliás eu curti muito os quebra cabeça e armadilhas da primeira parte do jogo).

Os cenários podem ser explorados para te garantir vantagem (ou desvantagem)  tática no combate. Há muitas plataformas, lugares para se esconder, armadilhas, corredores estreitos, O que torna a coisa mais divertida. Há uma missão, por exemplo, em que vc tem que defender uma fortaleza e matar uns 200 kobolds + boss. É uma missão para ser feita em um grupo completo. Mas, fazendo uso da tática de guerrilha, dos ensinamentos de Sun Tzu e um pouco de metagame, venci essa missão sozinho com meu fighter anão. Mas em compensação, jogando sozinho, não consigo detectar nenhuma armadilha, tomando muito dano. Além de não conseguir abrir portas e baús trancados, deixando de pegar alguns tesouros.

As quests têm diversos níveis de dificuldade: Solo, Normal, Hard, Elite, Epic. Vi muitos jogadores que procuram fazer todas as quests em todos os níveis disponíveis. Sinceramente, eu não tenho paciência para refazer dungeon. Já vou logo passando para outra.

Uma coisa que estranhei no começo foi que as cidades são os únicos lugares onde vc pode ver outros jogadores. Fora delas vc está sozinho, a não ser que forme um grupo de aventureiros na cidade, aí eles aparecerão no mapa junto com vc, permitindo que vcs explorem as dungeons juntos. Normalmente naqueles joguinhos coreanos free, todos os jogadores aparecem no mesmo mapa, gerando muito lag, vários noobs enchendo a paciência, player killers, leechers, looters, harassers, bots, kill stealer…Nesse, não tem tanto stress. As lutas entre jogadores são feitas na arena da taverna, o tesouro e xp é repartido automaticamente pelo computador, só entra no seu mapa a galera da tua party (de vez em qdo tem uns mané que saem da party no meio da quest, o que é desagradável), Os noobs ainda enchem o saco, mas pelo menos não roubam teus itens e xp.

O jogo tem uma versão “mais leve” e uma “pesada”. Baixei a mais leve e consigo rodar tranquilamente no meu computador que não tem uma boa placa de vídeo.

Quem estiver com uma conta Free, só pode subir até o quarto nível (level cap), mas é possível pegar (com certa facilidade) um item que aumenta o seu limite de nível para oito (vc deixa de pegar o tesouro e pega esse item). Acredito que existam outros medalhões que permitam subir para níveis mais altos.

Outra coisa é que somente os pagantes podem ter acesso à raça dos warforged e drow (tem um esquema para jogar com drow mesmo com conta free, mas não cheguei nessa parte ainda). Essa limitação existe para as classes também. Tem uma chamada Favored soul que só pagantes podem escolher.

Enfim, gostei bastante de DDO e não me viciei. Entro no jogo, cumpro uma quest com uma party de gringos genérica e desconecto. Consigo viver minha vida real sem muita interferência.

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Acabei de receber meu reward da Wizards: a aventura The Village of Hommlet. Infelizmente não posso ler ainda pq o Sombra recebeu o dele e vai mestrar pra galera esse mês. Eu estou super empolgado em jogar pq eu tinha o jogo The Temple of Elemental Evil e achava o máximo, principalmente pq ele é turn based e não real time como a série Neverwinter Nights (que por sua vez é multiplayer), o que dá um aspecto muito mais tático ao jogo. No NWN é muito difícil vc dar o passe de ajuste pra evitar o ataque de oportunidade, já no Temple, o combate é  igualzinho ao rpg de mesa.

Quanto ao material em si, não pude ler, mas a capa é bem bonita e cheio de mapas (da cidade e da taverna) e dentro tem um grid de duas faces: uma taverna e uma pequena fortaleza com fosso, que são dois grids genéricos q podemos reaproveitar em diversas aventuras.

Mas a questão principal do post é q o relacionamento que a Wizards tenta estabelecer com os principais disseminadores do hobbie (os DMs) é muito melhor que o de algumas empresas concorrentes. Se mestrarmos no mínimo 5 aventuras no semestre, ganhamos um reward. E eles mandam o brinde pro Brasil inclusive (pelo menos livro né, não sei se fazem o mesmo com miniaturas, que é brinquedo e dá o maior rolo na alfândega).

Eu nunca ganhei um nada da Steve Jackson Games ou da Devir (obviamente não é culpa deles e sim da SJG) por mestrar Gurps, em casa, durante dezesseis anos!!! E mestrando D&D por menos de um ano, eu ganhei essa parada na minha casa.
Ah, o módulo básico segunda edição do Gurps em PT vinha numa capa protetora de plástico e com um d6 bem bonito e o screen (mas a gente logo pensa que tá tudo embutido no preço do livro…são outros tempos, o primórdio do rpg em pt) e a Devir até dá uns brindes pra quem mestra nos eventos deles, mas e todo esse tempo que mestrei meus jogos caseiros? (Mas saibam que mesmo assim, Gurps ainda é meu sistema preferido)

A White Wolf também não tinha essa parada de reward, mas tinha o esquema dos By Night (não era organizado pela empresa, mas eles incentivavam e alguns funcionários ficavam de olho) que teve uma época que virou febre no Brasil. Ao invés de recompensa financeira, vc recebe reconhecimento (mundial e local), o que, do ponto de vista de negócios, é bem melhor pra empresa pq não tem que ficar comprando os mestres com brindes.

O pessoal ficava louco para organizar o By Night da sua região e já começar com um vampiro mais fodão, ou então conhecer a galera local e já se enturmar. Além de ficar discutindo o metaplot como um bando de fanáticos.

O Legend of Five Rings também tinha uma parada dessa. O clã que tivesse maior quantidade de vitórias nos campeonatos do card game, entrava como o vencedor na storyline do jogo. É uma forma do jogador se sentir importante, a vitória dele conta.

Bom, enfim, me enviando esse brinde, a Wizards me deixou mais pilhado pra mestrar em eventos públicos pra outras pessoas (pq meu grupo já tem e vai jogar). E feliz pq recebi um mapinha legal de taverna e forte. Que venham os próximos brindes.

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Meme: Sistema da Casa

Opa, mais um meme, tô ficando bom nesse negócio…

O da Toca do Elfo me convidou para participar de um meme.

Aqui vão as regras:

– Vc deve falar sobre um sistema q vc inventou ou adaptou.

– Convide outro blogueiro

Como vou demorar um pouquinho para responder pq preciso resgatar uns materiais, já vou indicando um blogueiro. O Edy Abreu do Urina de Dragão (écati, mas pelo menos não são fezes) mencionou em um post q inventou um sisteminha próprio. Então Edy, sente-se no divã e nos fale sobre este sistema. É claro q quem viu e tem algo a nos dizer, pode participar tb.

Bom, quanto ao sistema que inventei/modifiquei, posso falar de um joguinho que eu e meu irmão inventamos quando crianças, baseado no jogo Rambo de MSX (alguém sabe o que é isso?). Na época, nem sabíamos o que era RPG e isso nem existia no Brasil, mas o joguinho de MSX era um adventure (proto jogo de RPG) muito bom para a época.

Rambo Rambo de MSX

Nós desenhávamos os mapas, personagens, armas, itens, etc na folha de papel mesmo e depois recortávamos. Vou tentar recriá-los aí eu tiro fotos e posto.

Aliás, foi a maior felicidade o dia em que “zerei” o jogo, nunca tinha terminado nenhum. Mas, hoje em dia, olhando na net, vi que terminei com o Bad End…(eu não entendia inglês na época)

Para MSX tinha também o jogo Alcatraz: A Fuga Impossível (em português), um jogo com muito texto, aonde o indivíduo tinha que escapar da prisão.
Eu lembro um pouco do começo do jogo… vc tinha que pegar o lençol, cortar, amarrar e transformar em corda. Aí vc pede comida pro guarda, ele vem, vc bate nele e o amarra. Mas eu não conseguia chegar muito longe..sabe como é, eu tinha uns 9 anos…meu personagem morria na cadeira elétrica.

Bom…parando a divagação e voltando para o meme…

também tenho um sistema de magia que criei para o Gurps, foi inspirado em Ars Magica e Mage the Ascension… mas são rascunhos, testei uma partida e funcionou. Mas nunca mais usei. Eu queria mesmo era criar um mundo governado pela magia e nas implicações que isto traria (as pessoas seriam imortais/quase deuses, os não magos seriam discriminados, a magia é um dom hereditário, não haveriam construções de matéria – casas, castelos, etc). Mas eu não maturei a idéia.

Um dos meus players aproveitou a flexibilidade das regras para inventar uma magia: “Chuva de Merda”, que ficou famosa nos nossos jogos.

Vou dar continuidade no meme assim q tiver juntado o material.

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Ambiguidade

Extraído de: http://linhadotrem.blogspot.com

O Phil do Dados Limpos também viveu uma situação aonde confundiram a Reeducação Postural Global com Role Playing Game.

Aliás, RPG também pode ser Rocket Propelled Grenade, uma arma anti tank.

Temos outra definição interessante aqui.

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Pois é, apesar de ter passado a ceia de véspera de Natal na casa da minha namorada, o dia seguinte, Natal propriamente dito, foi deprimente. Meu irmão me emprestou o cd do Neverwinter Nights 2, instalei e após algumas horinhas (montes de patches, direct X, atualização de drivers) e configurando tudo no mínimo, consegui jogar…em câmera lenta…PUTA MERDA!

O jogo parece legal, pena q não roda direito. Tenho um processador de 1.8 Ghz (abaixo do mínimo), 512Mb (ok), 120Gb (ok), placa GeForce FX 5200 (TRANQUEIRA!).

Bom, fiquei jogando o dia todo…numa lerdeza só, com muita dificuldade para clicar nas coisas, mas até que consegui chegar longe (É só ficar parado soltando magia enquanto os NPCs aliados batem automaticamente). Queria treinar regras de combate para jogar a campanha de D&D do Caio, mas esse jogo é ruim para treinar combate. Quiseram fazer um multiplayer em tempo real e saiu essa bosta, pesada e que a maioria dos micros tem problemas para rodar. Fora as frescuras de compatibilidade com placas de vídeo…

É, eu estava na expectativa de jogar um turn based tático (ou que pelo menos pudesse alterar real time e turn based). Mas isso não acontece com o NW2, praticamente não dá para usar o 1 hex de ajuste, e ficamos tomando ataques de oportunidade de graça.

Enfim…tô puto com o jogo e com meu computador podre…

Mas vou deixar um jogo bem legal de recomendação: Fallout 1 e Fallout 2 que são fantásticos! Um dos melhores RPG de verdade e de computador que já joguei, com liberdade para agir, diálogos sarcásticos, cômicos e violentos! Esqueça o Fallout Tactics…eu pelo menos não curti…focaram muito no combate e esqueceram o roleplay. Inclusive, existe o livro Fallout Paper and Pencil para jogar o rpg de mesa no sistema próprio do Fallout.

Baldurs Gate e Icewind Dale não tive a oportunidade de jogar muito, mas o começo parece bom. Joguei um curtinho de D&D: Temple of Elemental Evil, bem legal, mas rápido.

Agora que chegaram as férias, tenho um tempinho livre, dá para terminar algum joguinho desses…e aí, vcs me recomendam algum?

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