“Saiba, ó Príncipe, que entre os anos quando os oceanos tragaram Atlântida e as reluzentes cidades, e os anos quando se levantaram os Filhos de Aryas, houve uma era inimaginável, repleta de reinos esplendorosos que se espalharam pelo mundo como miríades de estrelas sob o firmamento“.
Nossas aventuras têm início em 10.216 a.C., nas sombrias câmaras do templo de Set, na enclausurada cidade sagrada de Khemi. Nasce uma garota que se tornará a mais encantadora mulher de todo o continente, seu nome é Najah. Ela é criada nas tradições do templo, aprende alguns segredos místicos e sua beleza desperta a cobiça e o desejo de todos os homens, inclusive o do sumo sacerdote Sekhmet. A invejosa sumo sacerdotisa Mamba vê Najah como futura rival e decide arrancar o mal pela raiz. Sekhmet tem que liderar o exército para combater os invasores estrangeiros e sai em campanha. Mamba aproveita sua ausência e ordena para quatro guardas de confiança que eles levem Najah para morrer no grande deserto.
No meio do caminho, Najah consegue seduzir Ubuntu, o guerreiro mais forte, e o convence a assassinar os outros guardas e a fugir com ela. Ubuntu convoca, então, alguns aliados para ajudar na fuga, Gullah, um dos guardas do templo e sua prima Khepri, uma hábil e astuta salteadora do deserto.
Eles se encontram na cidade ao sul, Keshatta. Ubuntu explica a estória com detalhes, Khepri, que estava acompanhada do talentoso caçador Balzac, se irrita por seu primo tê-la convocado para resolver um problema causado pela luxúria dele por uma mulher. E Gullah também não gosta de ter abandonado o palácio, sendo, assim, considerado um traidor. Mas ambos vão honrar seus laços de amizade mesmo assim.
E em 10.210 a.C., está formado o grupo que irá ajudar Najah a fugir do reino de Stygia.

